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Petrobras garante gás natural para a UFN3, mesmo com escassez na Bolívia.
- Silvana Nadir Garcia Machado MTE - 103/MS
- 20/04/2026
Por: Correio do Estado
A
possível escassez de gás natural nas jazidas bolivianas, que está prevista para
aumentar nos próximos anos no caso de novos investimentos em prospecção não
acontecerem no país vizinho, não colocam em risco o funcionamento da Unidade de
Fertilizantes Nitrogenados 3 (UFN3), a Fábrica de Fertilizantes da Petrobras,
em Três Lagoas, que a empresa estatal pretende reativar até junho.
No
plano de reativação da unidade, que tem capacidade para ser a maior fábrica de
fertilizantes da América do Sul, há a garantia de fornecimento do gás natural,
matéria-prima para a fabricação dos fertilizantes nitrogenados como ureia e
amônia, além do gás carbônico, outro produto que poderá ser elaborado na
unidade, que deve ficar pronta até 2029.
O
gerente-executivo de Projetos de Desenvolvimento da Produção e
Descomissionamento, Dimitrios Chalela Magalhães, garante a matéria-prima.
“Temos conexão com o Gasbol [gasoduto Bolívia-Brasil].
Mas
se, eventualmente terminar o gás vindo da Bolívia, nós usamos o novo gás que
vai estar na malha brasileira”, explicou. “A gente reverte o fluxo, e coloca o
gás para dentro da UFN3”, acrescentou Magalhães.
Quando
concluída, a UFN3 vai demandar 2,2 milhões de metros cúbicos de gás natural por
dia para produzir os fertilizantes nitrogenados.
Atualmente,
a Petrobras compra da Bolívia uma quantia cujo fluxo varia entre 10 milhões e
15 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia.
Há
tratativas dos governos brasileiro, argentino e boliviano, para trazer gás
extraído das jazidas de Vaca Muerta, na Argentina, para o Brasil, via gasoduto
Bolívia-Brasil.
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